O bolsonarismo e o velho ditado: “se correr o bicho pega, se ficar o bicho come”
“Se correr, o bicho pega; se ficar, o bicho come”: quando a Paulista já não ecoa mais os mesmos retumbares dos patriotas de boutique e daqueles que carregam em si o ranço da ditadura mesclado a traços fortes de fanatismo religioso Ronald Stresser, para o Sulpost O ato bolsonarista do último domingo (29) — esvaziado / Foto:Rovena Rosa O sol ainda estava alto quando os primeiros fiéis e eleitores começaram a se reunir na Avenida Paulista, tradicional palco de manifestações políticas. A expectativa era de que o pastor Silas Malafaia, com sua influência entre evangélicos conservadores, atraísse uma multidão, mas o que se viu não passou de cerca de 12 mil pessoas — um público que, se comparado a anteriores mobilizações bolsonaristas, revela um inquietante derretimento no do núcleo da usina que fabricou e teve grande influência na eleição do ex-presidente Jair Bolsonaro. Malafaia, cuja reputação entrou em xeque após denúncias veiculadas pelo ICL Notícias , do empresário e jornali...