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terça-feira, 28 de março de 2017

Schopenhauer: Sempre, Sempre Pobres


sábado, 25 de março de 2017

Poesia: HOMEM (Dario Persiano de Castro Veloso)

Dario Veloso
Argonauta da luz que nasceste nas trevas, 
Por térmita perdido em malocas bizarras, 
Dormiste com leões de sinistras bocarras 
E, símio, atravessaste as solidões grandevas. 

Preso aos totens e atado à inspiração dos devas, 
Vivias de arco e flecha ao clangor de fanfarras. 

Ai! a herança da guerra a que ainda te agarras, 
Os impulsos do abismo e as cóleras longevas! 

Hoje, razão que brilha e amor que desabrocha, 
Prometeu a chorar no coração da rocha, 
Circulado de sóis e entre as sombras imerso! 

Homem! 

Anjo nascente e animal inextinto, 
Serás, após vencer as injúrias do instinto, 
A obra prima de Deus no esplendor do Universo! 

. in: XAVIER, F.C. Antologia dos Imortais. 1963.

Fonte: http://paulodafigaro.blogspot.com.br/2014/12/dario-vellozo-e-seu-templo-das-musas.html

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