Trump mexe as peças, bolsas sobem e dólar recua — mas as commodities brasileiras ainda sangram — preço da carne, café e suco de laranja está em baixa
As bolsas de valores deram um suspiro de alívio nesta quarta. O motivo? Donald Trump, sempre polêmico, resolveu aliviar as tarifas de importação contra o Japão e prometeu um acordo parecido com a União Europeia.
Lá nos Estados Unidos, os índices explodiram pra cima: o S&P 500 bateu recorde, o Nasdaq subiu bonito e o Dow Jones também fechou no azul. Por aqui, o Ibovespa acompanhou o embalo e fechou com alta de quase 1%. A Petrobras ajudou, com suas ações subindo mais de 2%.
O dólar também caiu — fechou a R$ 5,22 — o que é bom pra quem precisa importar ou viajar. A queda da moeda reflete um certo otimismo, aquele sentimento de “ufa, o pior pode ter passado”.
No campo, comodities em baixa
Enquanto o mercado financeiro brinda, o pessoal do agro tá sentindo no bolso. Mesmo com a promessa de acordos, a bagunça dos últimos meses já causou estrago.
A carne, por exemplo, caiu mais de 8% em dólar neste mês. Laranja e café também desvalorizaram. E a queda nos preços das commodities significa menos grana entrando pro produtor rural.
China caminha para acordo
Os americanos também estão conversando com a China. O secretário do Tesouro dos EUA disse que pode estender o prazo das negociações em mais 90 dias. Mas, por enquanto, tudo segue no “vamos ver”.
E o que isso significa pra gente?
Pra quem investe, o momento é de atenção — nem tanto otimismo, nem pessimismo demais. O mercado tá animado com os acordos, mas a economia real ainda anda devagar.
Quem vive do campo, sabe que a vida real não segue o ritmo da Bolsa. A pergunta que fica é: o Brasil vai continuar só na retranca ou vai jogar pra ganhar?
📍Com informações do jornal O Globo, CNN e Bloomberg. Edição: Sulpost / Ronald Stresser


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