quarta-feira, 30 de julho de 2025

Sala secreta, sacos de incineração e o fim de uma farsa? FBI encontra documentos ocultos da investigação Trump-Rússia marcados para destruição

Descoberta chocante na sede do  pode confirmar que a narrativa de conluio entre Trump e a Rússia foi promovida pelo próprio governo norte-americano, isso antes mesmo da abertura oficial da investigação

Por Ronald Stresser | Sulpost

 
 

A cena parece saída de um filme de espionagem. Uma sala escondida, trancada à chave, na sede nacional do FBI — o lendário edifício Hoover, em Washington. Lá dentro, pilhas de documentos confidenciais embalados em sacos com a inscrição “para incineração”. Informações que jamais deveriam ver novamente a luz do dia.

Mas viram.

Segundo revelação exclusiva da Fox News Digital, a descoberta foi feita pelo atual diretor do FBI, Kash Patel, figura controversa, mas central nos bastidores da chamada guerra da informação em torno do caso Trump-Rússia. Fontes próximas à investigação confirmaram que, entre os arquivos encontrados na sala secreta, estaria nada menos que o anexo confidencial do relatório final de John Durham, peça-chave que teria sido mantida longe dos olhos do público por anos — até agora.

“Eles sabiam antes de tudo”

Esse anexo, agora prestes a ser desclassificado pelo senador norte-americano Chuck Grassley, presidente do Comitê Judiciário do Senado, carrega um conteúdo explosivo: agências de inteligência dos EUA teriam informações críveis de que o FBI desempenharia um papel ativo na promoção da narrativa de conluio entre Donald Trump e a Rússia — antes mesmo da abertura da investigação Crossfire Hurricane, em julho de 2016.

"Com o benefício do tempo, ficou claro que a inteligência previa com uma precisão assustadora os próximos passos do FBI", disse à Fox uma fonte com acesso ao conteúdo.

A denúncia sugere uma possível ação coordenada dentro do governo norte-americano para beneficiar a campanha de Hillary Clinton, transformando o aparato de segurança do Estado em ferramenta política — algo que, se comprovado, seria um dos maiores escândalos institucionais da história moderna dos EUA.

Uma história enterrada — literalmente

Patel relatou que a sala descoberta, dentro de um compartimento ultra-seguro conhecido como SCIF (instalação compartimentada de informações sensíveis), continha documentos e discos rígidos jamais vistos por qualquer membro atual da equipe do FBI.

“Eles trancaram a porta, esconderam a chave e decidiram que o mundo nunca descobriria”, disse Patel em entrevista a Joe Rogan, meses atrás.

Agora, os achados estão sendo cuidadosamente analisados, e parte do conteúdo está sendo entregue ao Congresso, por solicitação de comissões investigativas.

A existência de “sacos incineráveis” levanta suspeitas ainda mais graves: alguém dentro do FBI estava se preparando para destruir provas documentais de possível má conduta institucional.

Ecos do passado, ruídos do presente

A investigação Crossfire Hurricane foi deflagrada oficialmente em julho de 2016, baseada em documentos como o dossiê Steele — mais tarde desmentido — e resultou em anos de polarização, investigações especiais, manchetes explosivas e danos profundos à credibilidade das instituições de segurança dos EUA.

O próprio John Durham, promotor nomeado para investigar as origens do caso, concluiu que a abertura da Crossfire Hurricane foi precipitada, mal fundamentada e permeada por vieses internos. No entanto, somente agora, com a possível liberação do anexo confidencial, surgem indícios claros de premeditação governamental.

Ex-diretores como James Comey (FBI), John Brennan (CIA) e James Clapper (DNI) estão novamente sob os holofotes. Grassley, que lidera o esforço para liberar os documentos ao público, já avisou que pretende trazer à tona toda a base de inteligência que embasou o relatório Durham.

E a confiança, onde fica?

A descoberta choca, mas não surpreende parte do público norte-americano, especialmente os que há anos acompanham o desdobramento do que o ex-congressista Devin Nunes chamou de “maior farsa já perpetrada contra um presidente em exercício”.

Patel, ex-conselheiro de segurança nacional e ex-investigador do Comitê de Inteligência da Câmara durante o governo Trump, foi, segundo Nunes, alvo de espionagem e manipulação de informações por parte do próprio Departamento de Justiça, quando começou a desvendar a farsa.

“Os federais espionaram Kash durante o inquérito e usaram guerra de informação contra ele, mas ele os expôs mesmo assim”, afirmou Nunes, agora à frente da rede Truth Social, ligada ao presidente Trump.

Um país que precisa se olhar no espelho

Esse episódio também lança luz sobre um dilema maior: como os Estados Unidos podem continuar exercendo uma tutela política, jurídica e moral sobre outros países — como querem fazer com o Brasil —, enquanto enfrentam tamanha crise institucional dentro de casa?

A partir de 1º de agosto, os norte-americanos prometem aplicar um tarifaço injusto contra produtos brasileiros, com justificativas frágeis e caráter claramente protecionista. Não seria mais sensato, e ético, que Washington cuidasse primeiro de seus próprios fantasmas, antes de tentar ensinar democracia ou impor sanções a quem quer que seja?

Talvez toda essa política externa agressiva sirva mais para desviar o foco dos próprios erros do que para proteger qualquer princípio.

Enquanto o Congresso se prepara para debater o conteúdo do anexo desclassificado e o FBI tenta lidar com as repercussões internas da descoberta, o mundo observa. E a pergunta permanece:

Quantas verdades ainda estão escondidas — trancadas atrás de portas que ninguém quer abrir?


📍Com informações da Fox News Digital.

Ronald Stresser: jornalista e editor do blog Sulpost📱 WhatsApp e Pix: (41) 99281-4340📧 E-mail: stresser.pt@gmail.com

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