Relíquia da TV no Brasil, aviãozinho original do programa Silvio Santos - em edição personalizada - emociona o maior fenômeno digital da alta magia brasileira
Há objetos que não pertencem apenas a quem os recebe. Eles pertencem a um país inteiro. É o caso do aviãozinho de nota de R$ 100, confeccionado pela Produção do SBT em comemoração à gravação do programa especial de 60 Anos do Programa Silvio Santos — uma peça simbólica que um dia saiu voando das mãos de Silvio Santos e que hoje repousa, como relíquia emocional, nas mãos de Chik Jeitoso, o bruxo mais popular do Brasil e um dos maiores criadores de conteúdo do país.
Fenômeno absoluto das redes sociais, com números que o colocam no topo do campo da magia, espiritualidade e esoterismo digital, Chik compartilhou recentemente um vídeo em que exibe, emocionado, o presente raro. Não se trata apenas de um objeto de cena. Trata-se de memória viva, de um símbolo que atravessou décadas e continua despertando afeto em milhões de brasileiros e brasileiras.
“Sou fã do Silvio Santos”: um depoimento que fala por uma geração
No vídeo publicado, Chik Jeitoso deixa transparecer a emoção genuína, da pessoa de verdade que é — aquela sensação que só ídolos verdadeiros despertam em todos e todas nós. O depoimento do nosso amigo revela o tamanho da admiração que ele sempre nutriu por Silvio Santos.
O bruxo mais querido do Brasil nutre uma admiração tão grande por Silvio Santos que eternizou esse amor no nome do próprio filho, que também se chama Silvio Santos. No vídeo, postado em suas redes sociais, Chik demonstra explicitamente esse amor.
“Gente, adivinha, chegou. Sou fã do Silvio Santos, por isso que meu filho se chama Silvio Santos. E meu amigo mandou pra mim… mostra aqui, o aviãozinho dos 60 anos do Silvio Santos.”
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| Chik, com o filho, que também se chama Silvio Santos a neta Alice, em sua casa no litoral paranaense - Divulgação |
Ao exibir o aviãozinho, Chik faz questão de mostrar cada detalhe e explicar sua origem. A peça foi confeccionada pela Produção do SBT durante o período em que seu amigo trabalhava na emissora, especialmente para celebrar a gravação do programa histórico que marcou seis décadas de televisão, gravadas eternamente na memória do nosso país.
Um aviãozinho que carrega nomes, histórias e décadas de televisão
Segundo o relato, o aviãozinho recebeu assinaturas de profissionais que fizeram — e fazem — parte da espinha dorsal do Programa Silvio Santos, tornando-se uma verdadeira cápsula do tempo da história da TV brasileira.
Entre as assinaturas estão:
- Patrícia Abravanel
- Liminha
- Roque
- Silvana Colossi, produtora de Silvio Santos há 36 anos
- Agnaldo, sonoplasta do Silvio Santos há mais de 40 anos
- Rafinha, coreógrafa-chefe do programa
- Jefferson e Fabiano, diretores
“Mas aqui, o autógrafo do Silvio Santos… ele foi na casa do Silvio e pegou o aviãozinho. Fã não adianta, né, meu Deus do céu… estou realizado.”
O vídeo termina com gratidão, música e a certeza de que o homenageado entenderia perfeitamente aquele gesto.
“Eu tenho certeza que o Silvio Santos ia gostar de ouvir essa música. Obrigado, Silvio Santos!”
Um símbolo popular que virou patrimônio emocional
Os famosos aviõezinhos de dinheiro lançados por Silvio Santos fazem parte da história da televisão brasileira desde os anos 1980. Dobrado manualmente pela equipe de cenografia, o aviãozinho se transformou em uma das maiores marcas da TV aberta nacional.
Mais do que distribuir dinheiro, Silvio distribuía proximidade, riso e sonho. O gesto simples criava uma ponte direta entre o palco e o povo — uma televisão viva, popular e profundamente humana.
Chik Jeitoso: da magia ancestral ao fenômeno das redes
Ao receber esse aviãozinho histórico, Chik Jeitoso conecta dois mundos: o da televisão que moldou gerações e o das redes sociais, onde ele próprio se tornou referência nacional.
Hoje, Chik é reconhecido como um dos maiores — senão o maior — criadores de conteúdo sobre magia no Brasil, com alcance massivo, engajamento orgânico e uma presença que ultrapassa nichos, dialogando com o Brasil profundo, popular e espiritual.
O aviãozinho não voa mais sobre o auditório do SBT. Mas segue voando — na memória afetiva de um país inteiro. É um objeto que carrega um valor intrínseco enorme, além do monetário, memorial. É, acima de tudo, um objeto de pertencimento, que todo grande comunicador ou comunicadora do nosso país gostaria de ter.



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