sábado, 21 de março de 2026

No equinócio de outono, Chik Jeitoso faz previsões que atravessam o poder e levantam um alerta inquietante sobre o futuro

Em entrevista exclusiva ao Sulpost, o bruxo curitibano fala em atentados, retorno de líderes globais e um possível abalo nas estruturas do Brasil e do mundo

Em entrevista exclusiva ao Sulpost, o bruxo curitibano fala em atentados, retorno de líderes globais e um possível abalo nas estruturas do Brasil e do mundo

O céu muda devagar. Quase ninguém percebe o exato momento em que o verão termina — mas ele acontece. Ontem, às 11h, o outono começou. E com ele, para quem acredita, abre-se também um desses portais simbólicos onde o tempo parece mais fino, mais sensível… mais revelador.

É nesse tipo de dia que Chik Jeitoso costuma falar. Não por acaso. O bruxo curitibano — que hoje também é um fenômeno digital nas redes sociais — construiu ao longo dos anos uma audiência fiel, seguidores que acompanham suas duas lives semanais quase como quem acompanha um ritual. Não é só curiosidade. Existe algo ali que cativa. Um misto de mistério, fascínio e expectativa.

Porque, goste-se ou não, algumas de suas previsões já ecoaram longe. Outras não se cumpriram. E ele próprio não esconde isso.

“A partir do momento em que minhas lâminas mágicas mostram o futuro, ele é revelado — e então pode ser mudado, evitado ou realizado.”

Talvez seja exatamente essa frase que explique tudo. O futuro, na visão dele, não é fixo. É uma disputa. É mutável, ainda não aconteceu, mas pode sim se materializar, afinal tudo é possível.

Um mundo que parece sair do eixo

Na entrevista ao Sulpost, Chik não começa leve. Ele vai direto ao ponto — e o ponto não é confortável.

Segundo ele, o mundo atravessa uma fase de tensão que ainda não terminou de se revelar. As guerras em curso, na sua leitura, não são eventos isolados. São gatilhos.

Gatilhos para algo maior.

“Ou a ONU muda a sua estratégia de ajuda ou ela vai acabar também.”

A frase não vem como análise técnica. Vem como sentença. E carrega um sentimento que muita gente já tem, mesmo fora do campo místico: o de que as estruturas globais estão falhando em seu papel de manutenção da paz mundial.

Quando o poder entra na mira das previsões

É quando a conversa entra no terreno político que o tom muda de vez. Chik cita nomes. Situações. Possibilidades que, se um dia se confirmarem, podem mudar completamente o cenário internacional.

Ele afirma que Barack Obama vai voltar ao poder nos Estados Unidos.

E, em seguida, faz um alerta direto sobre Donald Trump:

“O Trump vai sofrer dois atentados, em um deles ele vai estar junto com o presidente de Israel.”

Não há provas. Não há dados. Há apenas a leitura dele — um sortilégio, simbólico, intuitivo. Ainda assim, o impacto está justamente aí: na força da imagem que isso cria. Todos sabemos que através dos séculos há histórias de várias profecias e vidências que realmente se concretizaram.

No Brasil, o tom fica ainda mais tenso

Se no cenário internacional as previsões já causam desconforto, com guerras e atentados, no Brasil elas se tornam ainda mais diretas na esfera da justiça.

Chik menciona o ministro André Mendonça de forma explícita. E o alerta é imediato:

“Ele tem que tomar cuidado… com envenenamento… com o restaurante que ele frequenta. Mas ninguém derruba o ministro. A justiça é a reserva moral deste país.”

É o tipo de fala que exige responsabilidade na leitura. Não se trata de informação confirmada — mas de uma declaração que, por si só, já revela o clima de tensão que atravessa o imaginário coletivo. 

Em outro momento, ele cita o empresário Daniel Vorcaro e sugere um desdobramento de grande escala:

“Na delação dele… ele vai parar o mundo. A delação dele será como uma bomba atômica.”

Chik também menciona mais um possível escândalo envolvendo o Banco Master, com repercussões que, segundo ele, poderiam atingir estruturas profundas do poder no país e envolver muita gente poderosa.

"A delação do Vorcaro vai atingir em cheio a família Bolsonaro", afirma.

Mais do que prever, Chik parece captar algo que já está no ar: a sensação de que há movimentos acontecendo nos bastidores. 

No meio do caos, um discurso inesperado

Curiosamente, nem tudo na entrevista é sombra. Em vários momentos, o bruxo muda o tom. Sai da previsão e entra quase num apelo. Fala de fome. De desigualdade. De abandono global.

“Os 70 países do mundo têm que socorrer os 30 menores países que estão na extrema pobreza.”

E fala, com ainda mais ênfase, de algo que não aparece tanto quanto deveria:

“O número de pessoas que estão sofrendo pânico, insônia e depressão é gravíssimo.”

Nesse ponto, a entrevista deixa de ser sobre o futuro… e passa a ser sobre o presente.

A próxima revelação já tem data

Antes de encerrar, Chik deixa claro que o que foi dito ainda não é tudo. Segundo ele, abril será o mês das previsões mais completas — incluindo leituras políticas estado por estado no Brasil.

Há, portanto, uma continuidade. Um roteiro do ano com desdobramentos que ainda estão sendo revelado aos poucos pela vidência do bruxo.

O que fica depois da leitura

No fim, não é sobre acreditar ou não. É sobre o incômodo que permanece. Por que esse tipo de fala encontra eco? Por que tanta gente para para ouvir? Talvez porque, no fundo, todos sentimos que algo está fora do lugar.

E quando alguém aparece dizendo que consegue enxergar esse “algo”… mesmo que não explique, mesmo que não prove… ainda assim, mexe. Chik Jeitoso não entrega respostas prontas. Mas ele acende perguntas. E, às vezes, isso já é suficiente para tirar o sono.

O que Chik Jeitoso diz ter visto: um resumo das previsões

Ao longo da conversa, as falas de Chik Jeitoso não seguem uma linha única. Elas vêm em ondas — ora políticas, ora espirituais, ora sociais. Mas, quando organizadas, formam um mosaico de previsões que, segundo ele, já estariam em movimento.

Abaixo, os principais pontos revelados na entrevista:

  • Estados Unidos: Barack Obama voltaria ao poder em um movimento inesperado, alterando o equilíbrio político global.
  • Donald Trump: enfrentaria duas tentativas de atentado, em meio a um cenário de alta tensão política.
  • Brasil – Judiciário: o ministro André Mendonça precisaria redobrar cuidados com sua segurança pessoal, com menções a riscos envolvendo envenenamento.
  • Brasil – bastidores do poder: um caso envolvendo o Banco Master teria potencial para provocar um abalo profundo nas estruturas políticas e institucionais do país.
  • Delações e impacto global: segundo Chik, revelações envolvendo o empresário Daniel Vorcaro poderiam “parar o mundo”, indicando desdobramentos de grande escala.
  • Ambiente político brasileiro: menções a impactos que poderiam atingir diretamente a família Bolsonaro de forma “avassaladora”.
  • Risco e tensão: ele afirma que há múltiplas ameaças envolvendo figuras centrais desses processos, indicando um cenário de instabilidade e disputa.
  • Crise global: aumento do risco de terrorismo como consequência direta das guerras em andamento.
  • Organizações internacionais: a ONU estaria próxima de um colapso estrutural caso não mude sua forma de atuação.
  • Desigualdade mundial: necessidade urgente de que países ricos socorram nações em extrema pobreza, sob risco de agravamento da crise humanitária.
  • Saúde mental: crescimento acelerado de casos de depressão, ansiedade e pânico, descrito por ele como uma emergência global.
  • Abril como marco: novas previsões, mais detalhadas — incluindo cenários políticos nos 27 estados brasileiros — seriam reveladas no próximo ciclo.

No fim, o que fica não é apenas o conteúdo das previsões, mas o clima que elas desenham: um mundo em transição, onde, segundo o próprio Chik, o futuro ainda está em aberto — e pode, a qualquer momento, tomar outro rumo.

As previsões, como alerta Jeitoso, servem justamente feitas para que possa ser evitado o pior, assim como fazia outrora o notório vidente Nostradamus. Chik Jeitoso é alto astral. Ele só faz o bem e suas previsões não significam mau agouro e sim um aviso. 

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