Vidente curitibano volta ao debate público com leitura polêmica sobre disputa estadual, alianças e possíveis reconfigurações no tabuleiro político
O clima político no Paraná as vezes ainda parece distante das eleições que se aproximam— mas, nos bastidores, os movimentos já estão acontecendo de maneira decisiva. E, como costuma acontecer em momentos de transição, vozes fora do eixo tradicional voltam a ganhar espaço.
Foi o que aconteceu nesta semana, quando o vidente Chik Jeitoso, figura conhecida por suas previsões polêmicas, voltou a público com uma nova rodada de projeções. Desta vez, com foco direto na disputa pelo governo do Estado.
Segundo ele, o cenário mais provável apontaria para um segundo turno entre Paulo Martins e Requião Filho. A leitura, feita a partir do que chama de “lâminas sagradas”, sugere uma disputa acirrada e carregada de tensão política.
Outro ponto que chama atenção nas declarações é a menção ao ex-juiz e senador Sergio Moro. De acordo com Chik, haveria um período de forte desgaste político pela frente — descrito por ele como um “inferno astral” — associado a embates e posicionamentos adotados nos últimos anos.
No campo das alianças, o vidente afirma ver Cristina Graeml como possível vice na chapa de Paulo Martins, destacando o que define como uma “força feminina” ganhando protagonismo no processo eleitoral.
Chik também menciona a possibilidade de apoio político do atual governador Ratinho Júnior ao nome de Paulo Martins — um movimento que, se confirmado no campo real, poderia alterar significativamente o equilíbrio da disputa.
Para o Senado, o cenário projetado por ele envolve nomes já conhecidos do eleitorado paranaense. Entre os possíveis protagonistas da disputa estariam Álvaro Dias, Gleisi Hoffmann e Alexandre Cury, em uma corrida que tende a ser altamente competitiva, não apenas no campo astral.
As previsões, no entanto, não se limitam ao Paraná. Em paralelo, Chik voltou a mencionar o cenário internacional, sugerindo — mais uma vez — a possibilidade de retorno de Barack Obama ao centro do poder nos Estados Unidos, algo que, segundo ele, já teria sido indicado em leituras anteriores.
Sobre a corrida presidencial brasileira de 2026, o vidente afirmou que novas revelações devem ser feitas após o dia 15 de abril, indicando que esse seria um ponto de virada em suas leituras mais recentes.
No fim, mais do que antecipar nomes ou resultados, as falas de Chik Jeitoso ajudam a captar o clima de um ciclo político que começa a se desenhar: incerto, polarizado e aberto a múltiplas narrativas — algumas vindas das urnas, outras, do campo simbólico.


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