segunda-feira, 18 de maio de 2026

Um vídeo vindo da África chegou hoje à redação do Sulpost — e é impossível assistir sem sentir o coração apertar

Crianças de uma aldeia em Moçambique aparecem descalças, com fome e pedindo ajuda humanitária em gravação enviada hoje ao Sulpost pelo Bruxo Chik Jeitoso

 
Um vídeo vindo da África chegou hoje à redação do Sulpost — e é impossível assistir sem sentir o coração apertar. Crianças de uma aldeia em Moçambique aparecem descalças, com fome e pedindo ajuda humanitária em gravação enviada hoje ao Sulpost pelo Bruxo Chik Jeitoso.
Divulgação

Às vezes a internet para. Não pelas notícias políticas, pelas brigas ou pelo barulho diário das redes sociais. Mas por algo muito mais simples — e muito mais forte.

Hoje, um vídeo vindo de uma aldeia em Moçambique chegou até a redação do Sulpost através do parceiro Bruxo Chik Jeitoso. E por alguns minutos tudo pareceu pequeno diante das imagens.

No vídeo, crianças africanas aparecem reunidas em um campo de terra batida. Algumas estão sem chinelo. Outras vestem roupas já gastas pelo tempo. Muitas delas olham para a câmera com aquele tipo de olhar que não precisa de tradução.

Na aldeia, que fica na localidade de Mafambisse, próxima à Igreja de São Mateus, a imagem é de fome e abandono. Mas o pedido é de esperança de gente muito humilde tentando sobreviver. Com dificuldades para falar e emocionadas, as crianças fazem um pedido simples: ajuda para comer.

“Estamos pedindo ajuda. Não temos roupa, nem chinelo, não temos comida”, diz uma das crianças na gravação enviada ao blog.

Em outro momento, elas rezam juntas e pedem que Deus abençoe as pessoas que puderem estender a mão do outro lado do oceano.

“Abençoe a sua vida, a sua família e o seu trabalho”, repetem em coro.

 

Uma realidade dura em um dos países mais pobres do planeta

Moçambique, no sudeste da África, está entre os países com menor Índice de Desenvolvimento Humano do mundo. Mais da metade da população vive em situação de pobreza extrema e milhões de pessoas enfrentam insegurança alimentar diariamente.

A realidade em muitas aldeias é brutal. Falta comida, saneamento, acesso à saúde, educação e até água potável em diversas comunidades afastadas dos grandes centros.

O país também sofre constantemente com enchentes, ciclones e conflitos internos que acabam aprofundando ainda mais a crise humanitária.

E no meio disso tudo estão as crianças. Crianças que continuam sorrindo mesmo sem quase nada. Crianças que ainda acreditam que alguém pode ouvir.

Um pedido que atravessa continentes

Segundo o Bruxo Chik Jeitoso, o vídeo foi enviado diretamente por pessoas da comunidade africana com quem ele mantém contato solidário há algum tempo. A mobilização agora busca arrecadar ajuda humanitária para alimentação, roupas, chinelos e itens básicos para as crianças da aldeia.

Num mundo acostumado a ignorar a dor distante, talvez o mais importante neste momento seja justamente não virar o rosto. Porque para quem tem pouco, qualquer ajuda muda o dia. E para quem não tem nada, às vezes muda a vida.

Como ajudar

Quem desejar colaborar com a ação humanitária pode contribuir através da chave PIX divulgada pelos responsáveis pela campanha.

Chave PIX - CPF: 719.497.751-60 - em nome de Afonso João Joaquim (segundo informado no vídeo) - fizemos uma transferência simbólica, de pequeno valo, para conferir os dados.

O Sulpost reforça a importância de sempre verificar a autenticidade das campanhas solidárias antes de realizar contribuições financeiras.

Divulgação

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