quarta-feira, 1 de abril de 2026

Banca do Maninho cresce e ocupa esquina histórica nas Mercês após mais de seis décadas de tradição

Ponto clássico de Curitiba se reinventa e amplia estrutura na Prudente de Moraes com a Martim Afonso

O movimento é constante. Gente que passa, gente que para. Um cumprimento rápido, um jornal dobrado no balcão, um café improvisado na rotina. No cruzamento da Alameda Prudente de Moraes com a Rua Martim Afonso, nas Mercês, a cena se repete há décadas — mas agora, com um detalhe novo: a banca cresceu.

A tradicional Banca do Maninho, em funcionamento desde 1963 — hoje a propriedade do neto do fundador — entra em uma nova fase. Depois de mais de 60 anos atendendo gerações de curitibanos, o espaço está sendo ampliado e passa a ocupar praticamente toda a esquina — um movimento raro para um tipo de comércio que, em muitas cidades, encolheu ou desapareceu.

Ampliação recente faz com que a banca passe a ocupar toda a esquina nas Mercês

Localizada em uma das regiões mais tradicionais de Curitiba, a banca faz parte do cotidiano do bairro Mercês — uma área marcada por história, convivência e identidade urbana. Ao longo dos anos, o ponto acompanhou as mudanças do entorno sem perder sua essência. A Alameda Prudente de Morais está se firmando como o mais in Boulevard curitibano, repleto de cultura, gastronomia, diversidade e vida.

Mais do que um ponto de venda, o local consolidou-se como uma referência de vizinhança. Ao longo das décadas, atravessou transformações no consumo de informação, na dinâmica do comércio de rua e nos hábitos da cidade — mantendo o vínculo direto com quem passa por ali todos os dias, desde os tempos do seo Maninho até o Josué, neto do pioneiro. É um negócio familiar.

Espaço tradicional acompanha a transformação urbana sem perder o caráter original

Registrada também como papelaria e tabacaria, a banca expandiu ao longo do tempo sua oferta de produtos e serviços, acompanhando a diversificação típica desse tipo de negócio. A nova ampliação reforça esse movimento e aponta para uma operação ainda mais voltada à conveniência.

A esquina onde tudo acontece não é qualquer ponto. O cruzamento da Prudente de Moraes com a Martim Afonso concentra fluxo constante e reforça o valor estratégico da expansão — agora mais visível, mais presente e integrada ao cotidiano do bairro.

Localização estratégica reforça presença da banca no cotidiano das Mercês

Em uma cidade que frequentemente vê seus espaços tradicionais desaparecerem, a expansão da Banca do Maninho segue na contramão. Em vez de fechar, cresce. Em vez de desaparecer, se reposiciona.

E talvez seja exatamente isso que explique sua longevidade: a capacidade de mudar sem deixar de ser o que sempre foi.

Uma banca. Mas também um ponto de memória viva de Curitiba.

Esquina da Martim Afonso com a Al. Prudente de Morais. A banca está ganhando uma boa ampliação está deixando o bairro curioso com o que vem por aí. O proprietário Josué promete mais conveniência para os moradores da região - Sulpost 

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